Bolsonaro minimiza dificuldades econômicas e diz que é preciso deixar 'coisas impossíveis' na mão de Deus.
Presidente voltou a dizer que o Brasil é 'um dos países que menos sofre economicamente' em decorrência da pandemia e da guerra na Ucrânia. Bolsonaro se encontrou com representantes da Convenção Nacional das Assembleias de Deus.
Por Vitor Santana e Rafael Oliveira, g1 Goiás
O presidente Jair Bolsonaro (PL) minimizou as dificuldades econômicas enfrentadas pelo Brasil em evento para pastores evangélicos na manhã da sexta-feira (27), em Goiânia. Bolsonaro disse que devemos deixar "as coisas impossíveis na mão de Deus". Ao repetir que "o Brasil é um dos países que menos sofre economicamente" os efeitos da pandemia e da guerra na Ucrânia, o presidente citou que "aqui não tem desabastecimento, temos dificuldades, mas qual é a solução para isso? É a resiliência, é ter fé, é ter coragem, é acreditar". "Por muitas vezes, ou quase sempre, dobrar os joelhos, e buscar uma alternativa, pedir uma alternativa. Nós sabemos que temos que fazer a nossa parte, mas as coisas impossíveis deixar na mão de Deus", afirmou. Bolsonaro citou a união do público evangélico e disse que não iria comentar os dados divulgados pela Folha acerca das intenções de voto da categoria: "Folha disse que os evangélicos estão divididos. Baseado no Datafolha? Sem comentário".
O presidente participou de um evento religioso com representantes da Convenção Nacional das Assembleias de Deus do Ministério de Madureira. Após o discurso, ele deixou o templo e foi cumprimentar fiéis. Mais cedo, ao chegar na capital, o presidente desembarcou no antigo aeroporto e cumprimentou o público que aguardava sua chegada atrás de uma cerca montada no local. Ele parou e tirou foto com os eleitores. Em seguida, o presidente liderou um passeio de moto com apoiadores até a entrada da igreja Assembleia de Deus. Bolsonaro chegou à igreja, que fica no setor Fama, por volta de 10:00h. O político pilotou uma moto levando o deputado federal Major Vitor Hugo na garupa. Ele usou capacete, o parlamentar, não.
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