Doença, que atinge cerca de 30 milhões de brasileiros (15% da população) pode provocar complicações que levam à morte. Veja 10 cuidados para enfrentar a hipertensão. WILSON AQUINO Rio - Quando o coração bate, contrai e bombeia sangue, pelas veias, para o restante do corpo. É a vida pulsando no peito. Esse movimento gera uma pressão sobre as artérias, cujo valor ideal é de 12x8. Porém, quando as veias sofrem algum tipo de resistência, perdendo a capacidade de contrair e dilatar, ou então quando o volume sanguíneo se torna muito alto, exigindo uma velocidade maior para circular, acontece a hipertensão. Essa doença, que atinge cerca de 30 milhões de brasileiros (15% da população), pode provocar complicações que levam à morte. A hipertensão não tem cura, mas tem tratamento. A Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH) recomenda medidas simples para a prevenção. O grande desafio da medicina, entretanto, é convencer o paciente a controlar a pressão e, quando for tarde dem...
Magistratura brasileira se une contra pedido de impeachment de Alexandre. A decisão de Jair Bolsonaro de apresentar ao Senado Federal um pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, gerou fortes reações contrárias na magistratura brasileira. Ministros, desembargadores e juízes se uniram para mostrar sua indignação com a atitude do presidente da República. O Superior Tribunal de Justiça divulgou no sábado (21/8) uma nota em que se disse preocupado com o pedido feito por Bolsonaro e ressaltou a importância do Poder Judiciário como garantidor da segurança e da democracia no país. "O Poder Judiciário tem como função preponderante a jurisdicional, diretamente vinculada ao fortalecimento da democracia e do Estado de Direito. A convivência entre os poderes exige aproximação e cooperação, atuando cada um nos limites de sua competência, obedecidos os preceitos estabelecidos em nossa Carta Magna" , diz trecho da nota. A Associação dos Magistrado...
Personal administrava parte dos negócio de Maninho, morto em 2004 | Foto: Agência O Dia Assassinato do contraventor Zé Personal pode ter sido mais um capítulo na disputa de parentes de Maninho por seu espólio Rio - Uma morte anunciada. O assassinato do bicheiro José Luiz de Barros Lopes, o Zé Personal, sexta-feira, em Jacarepaguá, pode ter começado a ser escrito há dois anos, quando se iniciou a guerra aberta na família Paes Garcia pelo espólio de Waldomiro Paes Garcia, o Maninho. A disputa vai além dos bens deixados pelo chefão, metralhado em 2004. Está em jogo uma das maiores e mais lucrativas áreas da contravenção. São pontos de apostas do bicho e de máquinas de caça-níquel espalhados pela Zona Sul e parte de Vila Isabel. Os mais recentes capítulos da disputa foram registrados em depoimentos na Corregedoria Geral Unificada (CGU), de maio a agosto. Neles, Shanna Harouche Garcia Lopes, filha de Maninho e mulher de Zé Personal, diz que o casal foi ameaçado de morte por Mirinho, irm...
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