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Núcleo militar quer metade dos cargos na transição.

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Grupo chefiado pelos generais da reserva Augusto Heleno e  Oswaldo Ferreira enviou lista de 25 nomes a Onyx Lorenzoni. Lorenna Rodrigues BRASÍLIA - Os diferentes grupos que assessoraram o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), durante a campanha começaram a definir a equipe que atuará na transição do governo. O chamado "grupo de Brasília" , comandado pelos generais da reserva Augusto Heleno e Oswaldo Ferreira, já submeteu uma lista de 25 nomes ao deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que deve coordenar a transição. As outras indicações, segundo apurou o Estadão/Broadcast, serão feitas pela equipe econômica da campanha, que teve o economista e futuro ministro da Fazenda, Paulo Guedes, à frente, e pelo núcleo político. Heleno já foi anunciado como futuro ministro da Defesa por Bolsonaro, enquanto Ferreira deverá ocupar alguma pasta na área de infraestrutura. O grupo chefiado pelos militares será responsável pela transição em áreas como saúde, segurança, infraestrutu...

Vírus da gripe deixa paciente sujeito a desenvolver pneumonia

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Por Camila Boehm  Repórter da Agência Brasil São Paulo Uma pessoa infectada com vírus da gripe está mais propensa a desenvolver uma pneumonia – infecção pela bactéria pneumococo – do que aquela que não contraiu a gripe. A conclusão é de estudo realizado pelo Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias (CRID) da Universidade de São Paulo - USP -, financiado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e Faculdade de Medicina Tropical de Liverpool (Reino Unido). A bactéria pneumococo pode ser encontrada no nariz de uma pessoa, mas não necessariamente provoca a doença no paciente. Conforme explicam pesquisadores, para haver pneumonia a bactéria precisa estar no pulmão.  “O corpo naturalmente mata ou evita que o pneumococo - que está colonizado no nariz - vá para o pulmão e cause pneumonia. Pessoas que estão com sistemas imunológicos normais geralmente não têm pneumonia, apesar de ter essa colonização [da bactéria], ou seja, apesar de e...

'Vou colocar de 3 mil a 4 mil policiais militares nas ruas já em janeiro', diz Witzel.

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Novo governador disse ainda que deverá se encontrará com o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), possivelmente nesta terça-feira. Na pauta do encontro, estará a discussão sobre as reformas Tributária e da Previdência, além da ajuda do governo federal na Segurança Pública. Por PAULO CAPPELLI Rio - Eleito com quase 60% dos votos, o novo governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), em entrevista exclusiva ao DIA, anunciou que já em janeiro convocará de três mil a quatro mil policiais militares aprovados em concurso público. Segundo ele, o efetivo será usado para reforçar o policiamento ostensivo nas ruas. Witzel disse ainda que deverá se encontrar com o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), possivelmente nesta terça-feira. Na pauta do encontro, estará a discussão sobre as reformas Tributária e da Previdência, além da ajuda do governo federal na Segurança Pública. A intervenção terminará no fim de dezembro. Witzel estava acompanhado da esposa, a advogada Helena Witzel. O D...

Previdência será por capitalização

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Reforma do presidente eleito Jair Bolsonaro prevê fim gradual do sistema de repartição, como é hoje. Por MARTHA IMENES Rio - A Reforma da Previdência, que assombra os trabalhadores brasileiros, não será esquecida pelo futuro governo, embora ainda seja uma incógnita. Nesta segunda-feira, em entrevista à Rede Record, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) admitiu que existem conversas com a atual gestão para aprovar mudanças nas regras da aposentadoria ainda este ano. "Se não (aprovar) o todo, mas parte (da reforma), evitaria problemas ao futuro governo" , afirmou o Bolsonaro, que irá a Brasília na próxima semana para tratar do assunto e destravar a pauta. No programa do então candidato à Presidência da República, a única referência à reforma era a adoção gradual de modelo de capitalização, sistema em que cada trabalhador recolhe para pagar a própria aposentadoria no futuro. Hoje, o regime em vigor é o de repartição, em que os mais jovens contribuem para a apos...

Alckmin critica Bolsonaro por ameaça à liberdade de imprensa.

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No JN, presidente eleito disse que pretende tirar recursos da  União de veículos que se comportarem de maneira 'indigna' . Por ESTADÃO CONTEÚDO São Paulo - O presidente do PSDB, Geraldo Alckmin, criticou, na segunda-feira, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) após ele dizer ao Jornal Nacional, da TV Globo, que pretende tirar recursos do governo federal de veículos de imprensa que se comportarem de maneira "indigna" como é supostamente o caso, segundo Bolsonaro, da Folha de S.Paulo. Na primeira manifestação de Alckmin desde o primeiro turno da eleição, no qual o tucano terminou em quarto lugar, com 4,76% dos votos, o ex-governador disse que Bolsonaro começou mal.  "A defesa da liberdade ficou no discurso de domingo. Os ataques feitos (...) pelo futuro presidente à Folha de S Paulo representam um acinte a toda a imprensa e a ameaça de cooptar veículos de comunicação pela oferta de dinheiro público é uma ofensa à moralidade e ao jornalismo nacio...

Bolsonaro diz que posse de armas será uma das primeiras medidas de seu governo

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Em primeira entrevista após eleição, ex-capitão também disse que  pretende convidar Sérgio Moro para o Ministério da Justiça. Por O Dia Rio - Na primeira entrevista após ser eleito presidente do Brasil, Jair Bolsonaro disse que a posse de armas será uma das primeiras medidas de seu governo. O ex-capitão também defendeu a PEC do Teto de Gastos, que congela os investimentos públicos em saúde e educação por 20 anos, sugeriu que a Reforma da Previdência seja votada ainda no governo Temer e disse que pretende convidar Sérgio Moro para o Ministério da Justiça. Na entrevista, concedida à Record, o presidente eleito prometeu uma "transição tranquila" com o atual governo, e afirmou que adiantar a votação da Reforma da Previdência para o final do governo Temer iria "facilitar o trabalho do novo governo" . Bolsonaro também falou sobre a diminuição do número de cargos comissionados e de Ministérios. Segundo ele, além de nomes já confirmados como Paulo Guedes e ...

STF, dique de contenção para as medidas extremas de Bolsonaro

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Histórico de ameaças e defesa de propostas polêmicas que terão sua constitucionalidade  questionada na Corte devem marcar relação do capitão do Exército com a cúpula do Judiciário. R.D.C Brasília A vitória de Jair Bolsonaro neste domingo deve representar um teste de fogo nunca antes vivido pelo Supremo Tribunal Federal desde a redemocratização do Brasil. De um lado, há a indisfarçável desconfiança gerada pelas declarações antidemocráticas e de afronta ao Judiciário tanto do próprio presidente eleito quanto de seus familiares. Do outro, as propostas extremamente conservadoras que ele e seus aliados no Congresso Nacional prometem patrocinar e que, se levadas adiante, fatalmente terminarão sob a análise dos ministros da Corte. "O Supremo nunca enfrentou um poder Executivo, nestes 30 anos, claramente hostil a vários dos valores constitucionais [como um governo Bolsonaro]" , avalia o professor de direito constitucional da Fundação Getulio Vargas, Oscar Vilhena. ...