sábado, 16 de julho de 2016

Procon descarta 125 kg de alimentos impróprios para consumo na Z. Oeste

Operação foi realizada na sexta-feira. 
Filiais do mesmo restaurante foram autuadas.


Procon descartou mais de 100 kg de alimentos 
impróprios para consumo nesta sexta-feira.
O DIA

Rio - O Procon Estadual autuou e descartou, nesta sexta-feira, 125 kg de alimentos impróprios em duas filiais do restaurante Jiló na Manteiga, na Taquara, na Zona Oeste do Rio. Apenas no estabelecimento da Rua Professora Francisca Piragibe, os fiscais inutilizaram mais de 80 kg. Alguns dos produtos estavam com a data de validade vencida, como o salmão e o pepino. Além disso, outros estavam sem a etiqueta de identificação da validade, como carne seca, lula e kibe. No mesmo local, o órgão detectou ainda uma carne fora de uma embalagem imersa em água para descongelamento e um molho armazenado de forma incorreta. Segundo o Procon, o certificado de potabilidade da água estava vencido desde maio, por isso, a fiscalização exigiu a limpeza imediata dos reservatórios de água.


O certificado do Corpo de Bombeiros não foi apresentado. Procurado pela reportagem, o representante desta filial explicou que os fiscais chegaram ao restaurante no momento em que os produtos estavam saindo do frigorífico para a cozinha e, por isso, estavam ainda sem a embalagem e as etiquetas. Já na filial da Estrada Macembu, o Procon inutilizou 45 kg de alimentos, como camarão, chantilly e carne bovina. Os fiscais encontraram ainda uma mandioca sem especificação e armazenada em água com sujeita. De acordo com o órgão, a limpeza do reservatório de água e a dedetização do local foram exigidos, pois não foi apresentado o certificado de potabilidade da água e o certificado de dedetização estava vencido. O Certificado do Corpo de Bombeiros indicava apenas a aprovação de construção de um pavimento, mas o estabelecimento possui dois.

Procurado, o responsável por esta filial explicou que o problema com o certificado do Corpo de Bombeiros já foi resolvido. Além disso, ele afirmou que foi um erro "por falta de atenção" dos funcionários em não colocar as etiquetas nos produtos.

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