terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Julgamento do desfile das escolas do Grupo Especial vira caso de polícia

Após acusações de Laíla, diretor da Beija-Flor, em entrevista ao DIA, Delegacia Fazendária abre inquérito para apurar o caso.


FERNANDO MOLICA

Rio - O julgamento do desfile das escolas do Grupo Especial foi parar na polícia. A Delegacia Fazendária abriu inquérito para apurar as acusações de Laíla, diretor da Beija-Flor, de que houve armação destinada a dar o título para a Unidos da Tijuca. A investigação foi determinada pela Chefia de Polícia. Todos os envolvidos no caso — revelado pelo DIA — serão intimados a prestar depoimento. Para Laíla, a performance da Mangueira surpreendeu os fraudadores e impediu a vitória da Tijuca.

A CPI do samba
A vereadora Teresa Bergher (PSDB) pedirá a criação de CPI para investigar o caso. Ressalta que o desfile conta com apoio “financeiro, logístico e institucional” da prefeitura. O vereador Jefferson Moura (Rede) vai requisitar informações sobre os recursos investidos no Carnaval.

Paes descarta
Eduardo Paes, porém, diz que não faz sentido a prefeitura investigar a eventual armação.

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